Descrição
Fruto direto do relativismo, o ecumenismo precisou ser reiteradamente condenado pela Igreja no século XX. Até as vésperas do Concílio Vaticano II.
No Concílio que visava abrir as janelas da Igreja, a ideia de que a religião Católica era a única verdadeira foi sendo deixada de lado nos ambíguos textos aprovados pela esmagadora maioria dos bispos. Exemplo palmar disso foi a nova definição de Igreja de Cristo, que segundo os documentos conciliares, subsistiria na Igreja Católica. Os modernistas souberam tirar proveito dessa ambiguidade.
A ideia de aggiornamento dominou, como verdadeira febre, o Concílio e continuou a determinar o tom nos anos que o seguiram. Parecia que tudo tinha que ser reformado. Seria um novo Pentecostes.
A primavera da Igreja, contudo, não chegou e o que se verificou foi um progressivo abandono da prática religiosa, um verdadeiro esvaziamento das igrejas.
Ficha Técnica
ISBN: 978-65-88751-30-5
Páginas: 231
Formato: 16 x 23 cm
Peso: 0,38 kg
Acabamento: Brochura
Idioma: Português
Flos Carmeli Edições tem por objetivo a publicação e a divulgação de livros que ajudem na formação dos católicos. É também sua finalidade a divulgação da cultura católica em suas diferentes expressões artísticas. Esse humilde trabalho nasce consagrado à Mãe de Deus sob o título de Flor do Carmelo.
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